saiu na aldeia

Foto de Letícia Nunes “Em ação desde 1995, Mário Falcão é o mais joão-gilbertiano dos compositores gaúchos. Low profile total, vem criando quase em silêncio uma obra refinada e madura. Se o primeiro álbum, de 2004, já era ótimo (ganhou o Prêmio Açorianos de compositor e de disco), este segundo, Amador, é melhor ainda na lapidação sonora e poética. É raro se ouvir um trabalho assim, em que tudo está no lugar certo, do artesanato das melodias às letras inspiradas, os arranjos elegantes, o canto suave, formando um conjunto irretocável. Com ele, Mário se posiciona num patamar de primeiro nível nacional. A marca de Amador é uma MPB moderna com levada jazzy e espírito cool, ou seja, ares de bossa nova, com ótimos violões/guitarra (Mário e Zé Ramos), piano (Luiz Mauro Filho), baixo (Boca Freire) e bateria muitas vezes nas vassouras (Ricardo Arenhaldt). É tudo muito bom, mas cito os sambas Sem Título e Quem Mandou; a bem-humorada No Shopping e a bucólica, linda e plástica Vamos Chegar. Você pode ouvir e baixar o álbum na internet ( clica aqui ), e se quiser o CD, encomendá-lo pelo e-mail toarmusica@gmail.com. A gravação foi patrocinada pelo Programa Petrobras Cultural – modalidade registro e disponibilização de músicas na Internet.”

(Aldeia, 18-3-2012. Juarez Fonseca)

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fala brasil!

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agora em CD!

A capa do CD é da artista Letícia Nunes

A capa do CD é da artista Letícia Nunes

Em novembro de 2011, chegaram da fábrica os exemplares f’ísicos do álbum!

Desde esse mês, a distribuidora Tratore está divulgando em seu site o lançamento do CD AMADOR.

Em primeira mão, ainda em novembro, espalhei a notícia na Rádio Universitária FM e Rádio Folha FM, ambas de Recife/PE, cidade para onde retorno em março próximo para um show.

Dezembro chegou com suas festas e correrias, então, continuei divulgando o CD mais discretamente, mas hoje, 14 de janeiro de 2011 (dia do aniversário de minha mãe Maria), resolvi sair da toca para apresentá-lo pessoalmente, de uma forma informal e intimista, na Palavraria Livros & Cafés (Vasco da Gama, 165 – Bonfim – Porto Alegre / RS), uma acolhedora livraria que nos honra com a venda de CDs independentes produzidos aqui no sul.

O pequeno show será às 19h, no formato voz e violão, mas com algumas participações bem vindas.

Estão todos convidados!

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saiu na usina do porto

Artigo publicado no jornal USINA DO PORTO nº 111 (julho de 2011), coluna Música & Literatura, por Caetano Silveira – compositor e produtor cultural.

Foto: Letícia Nunes

O CANTOR E COMPOSITOR MÁRIO FALCÃO
LANÇA SEU ÁLBUM VIRTUAL “AMADOR”

Através de uma nova modalidade de financiamento e apoio da Petrobras Cultural, o segundo disco solo de Mário Falcão não é físico, não é tátil. As músicas estão disponibilizadas gratuitamente para audição e até para baixar no site (clica aqui). Segundo o autor, por intermédio deste formato o retorno é muito melhor do que pelo modo tradicional, dada a extrema dificuldade do músico independente obter uma boa distribuição da sua obra e a execução da mesma pelas emissoras de rádios.

As 10 canções que fazem parte do trabalho são simples e sofisticadas. Mário é um compositor de ofício. Um excelente construtor de agradáveis melodias e harmonias, além de um hábil carpinteiro de letras inteligentes e muito bem sacadas. E isso não é de hoje. Após muito serviço prestado para a cultura musical da cidade – tanto em trabalhos solo, como em parcerias e participações de trabalhos de outros músicos, inclusive como um dos integrantes da ótima Orquestra de Mantra Rudráksha, Mário Falcão gravou seu primeiro disco em 2004, uma produção independente com financiamento do Fumproarte. Este CD lhe rendeu, muito merecidamente, os Prêmios Açorianos de Melhor Compositor e Melhor Disco de MPB daquele ano. Ainda nesta época (2004/2005) participou do Festival “Uma Canção Para Porto Alegre”, gravando a bossa-choro “Quando te vi” (parceria com Cármen Nunes) e recebendo uma grande votação popular.

Agora Mário nos brinda com o excelente “Amador”. As músicas apresentam arranjos entre a MPB e o jazz. E para tanto se vale dos competentíssimos músicos Ricardo Arenhaldt (bateria), Clóvis Boca Freire (contrabaixo), Luiz Mauro Filho (piano) e Zé Ramos (guitarra e produção musical); assim como as participações especiais do percussionista Fernando Sessé, da cantora Ana Paula Lonardi e do violinista Karlo Kulpa. Todas as canções têm letra e música de Mário Falcão.

A faixa título, que leva o instigante nome de “Amador”, é uma linda e romântica bossa-nova, e que pode ser conferida também em formato de vídeo clipe no site. A letra, como é de praxe em se tratando deste compositor, é extremamente bem composta e inspirada: “acho que deu pra perceber o nosso amor dilata / o som no ar, a ideia no papel / a poesia chega sem complicação / deixa um sorriso de felicidade em mim (…) concede a dança do amor / a quem apenas é um amador”. “Sem Título” é uma interessante canção que se vale da anáfora pra dizer: “sem sorrir nem chorar / sem ter nada pra dar / sem amor, sem perdão / sem nenhuma ilusão”. E o álbum segue com Mário cantando o amor com delicadeza e leveza como em “Dança dos Laços de Fita” – “o teu olhar / descoberta de ouro, pepita / desentoca qualquer eremita / (…) / o teu olhar / arrepia a lembrança que fica”. O cronista aparece em “Junho”: “desenhando paraísos / absorvendo absurdos / definindo a cena que não se vê / reparando alegrias / desfazendo preconceitos / traduzindo a vida que não se lê” No gostoso samba “Quem Mandou”, faz uma homenagem ao Estado: “o feitor da madrugada / avermelha o céu azul / quilombola bola samba / rebola Rio Grande do Sul”.

Todas as canções são muito boas. “Nosso Abraço”, doce e quase uma oração, e a meio interiorana “Vamos Chegar”, uma das minhas favoritas, são apresentadas apenas com voz e violão, mas não perdem nada em brilho para as outras, devidamente arranjadas com apurado bom-gosto.

Além das músicas estarem disponíveis para ouvir e baixar, o site ainda oferece as cifras de todas as canções para que os interessados possam tocá-las.

Com o perdão do trocadilho: “Amador” é coisa de profissional.

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foi show!

show

Luiz Mauro Filho, Ana Paula Lonardi, Fernando Sessé, Mário Falcão, Ricardo Arenhaldt, Karlo Kulpa, Clóvis Boca Freire e Zé Ramos. Músicos do show (14 de junho de 2011, no Teatro Renascença) e das gravações do álbum AMADOR.

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email e comentário de Lucas Panitz

Mário!

Tudo legal contigo?

Dei um tempo na correria do trabalho aqui pra mandar um “salve!” pelo disco novo. Baixei no site ontem e fiquei ouvindo direto. Realmente “Amador” é um disco muito lindo, com arranjos muito especiais. Adorei demais, em especial a primeira parte do disco, que foi a que ouvi mais até agora, peguei as cifras para arriscar um pouco no violão.

Achei muito legal teus comentários sobre o ser “Amador”. Te confesso que toco e escrevo canções desde os 16 anos, e ler esse tipo de coisa é sempre muito importante, pois sempre tive a sensação que eu neguei uma parte de mim quando abandonei o projeto de tentar a música profissionalmente e decidi pela pesquisa acadêmica. E muitas vezes me esqueço que é justamente o cotidiano e meu olhar de geógrafo que é toda a matéria da minha poesia.

Ouvir um disco tão “Profissa”, intitulado “Amador”, além de ser uma grande modéstia tua, me ajuda a entender, como músico – realmente amador – e como pesquisador de música, que o artista é sempre um processo, nunca um produto. Isso traz calma pra quem está com tantos questionamentos criativos e existenciais na cabeça…

Então, vida longa ao projeto “Amador” para que continues nos “traduzindo a vida que não lê”.

Axé, Mário!
Lucas

(31-5-2011)

Geóg. MSc. Lucas Manassi Panitz
Doutorando em Geografia
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
http://lattes.cnpq.br/9272191524257143

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olha aí…

postal

14 de junho, 21h

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